Consultoria em BI: dados espalhados viram indicadores confiáveis.

Integração de dados, ETL e dashboards em Power BI ou Metabase, no lugar dos relatórios montados à mão.

Dados, BI e indicadores, na ALLSTARK, é o trabalho de reunir as fontes que a empresa já usa (sistemas, bancos e planilhas), organizá-las com ETL e modelagem e publicar dashboards e indicadores com fórmula e fonte explícitas, em ferramentas como Power BI e Metabase.

Decidir sem números confiáveis custa caro.

Quando cada relatório é montado à mão, a informação chega tarde, muda conforme quem montou e ninguém confia nela por inteiro.

  • Falta de visibilidade sobre a operação
  • Relatórios montados à mão toda semana
  • Dados inconsistentes entre sistemas
  • Indicadores que chegam atrasados
  • Falta de histórico confiável
  • Áreas diferentes com números diferentes para a mesma pergunta

Da fonte de dados ao painel de decisão.

Cada entrega parte da decisão que o indicador precisa apoiar, e não da ferramenta.

Painéis

Dashboards executivos e operacionais

Visão da gestão e do dia a dia da operação, cada uma com o nível de detalhe certo.

Engenharia

Modelagem de dados e ETL

Bases organizadas, com regras de negócio documentadas e cargas recorrentes.

Integração

Integração de fontes

Sistemas, bancos de dados e planilhas reunidos em uma base única.

Rotina

Relatórios recorrentes

Relatórios que se atualizam sozinhos, no lugar da consolidação manual.

Gestão

Indicadores de performance

Métricas definidas com a área, com fórmula e fonte explícitas.

Operação

Monitoramento operacional

Acompanhamento contínuo para enxergar desvios enquanto ainda dá tempo de agir.

Como funciona

Quatro passos entre o dado solto e o indicador.

  1. 1FontesMapeamos sistemas, bancos e planilhas que alimentam cada número.
  2. 2IntegraçãoETL e modelagem em uma base organizada, como o PostgreSQL.
  3. 3IndicadoresCada métrica definida com a área: fórmula, fonte e responsável.
  4. 4PainéisDashboards em Power BI ou Metabase, com atualização recorrente.

O que define o tamanho de um projeto de BI.

Estes são os pontos que o diagnóstico levanta antes de propor o escopo.

Fontes

Quantas fontes e em que estado

Número de sistemas, bancos e planilhas envolvidos e o quanto os dados precisam de limpeza e padronização.

Escopo

Quantos indicadores e áreas

Cada área traz perguntas próprias; começar pelas decisões mais importantes encurta o caminho até o primeiro painel.

Ritmo

Com que frequência atualizar

Uma carga diária é mais simples do que acompanhar a operação quase em tempo real, e nem sempre a segunda é necessária.

Ferramenta

Onde os painéis vão viver

Power BI ou Metabase, conforme quem vai usar, as licenças que a empresa já tem e o custo total.

Acesso

Quem vê o quê

Perfis de acesso e dados sensíveis mudam a modelagem e precisam ser definidos cedo.

Continuidade

Quem mantém depois

Se a equipe interna vai evoluir os painéis, isso muda o que precisa ser treinado e documentado.

Engenharia de dados aplicada a um desafio real.

Projeto apresentado sem o nome do cliente: é uma operação de cobrança ligada ao fundador da ALLSTARK.

Operação de cobrançaDados e BI

Data warehouse da carteira, do arquivo ao painel

Os arquivos da carteira chegam por FTP, passam por conferência e viram um data warehouse com cargas recorrentes. Robôs exportam os relatórios do discador a cada 10 minutos.

77×
reingestão completa mais rápida
21 s → 0,8 s
consulta do painel de extração, com o mesmo resultado
Perguntas frequentes

Sobre dados e BI.

Preciso trocar meus sistemas para ter BI?

Não. O trabalho parte dos sistemas, bancos e planilhas que você já usa e integra essas fontes em uma base organizada.

Power BI ou Metabase: qual usar?

Depende de quem vai usar os painéis, das licenças que a empresa já tem e do custo total. A recomendação sai do diagnóstico, com os prós e contras de cada opção para o seu caso.

Com que frequência os dados são atualizados?

A frequência é definida no projeto conforme a necessidade de cada indicador e o que cada fonte de dados permite.

Por onde começamos?

Pelo diagnóstico: entendemos quais decisões precisam de números melhores e de onde esses números vêm hoje.

Conte o que está travando sua operação.

Processo, sistema, relatório ou rotina: vamos entender o cenário e indicar o melhor caminho entre dados, automação, IA, integração ou desenvolvimento sob medida.